Monólogos!

 Monólogo 

"Eu passei muito tempo tentando entender as mulheres, tentando decifrar seus sinais, seus joguinhos. Mas no final, eu percebi que não se trata de entender, mas de sentir. De se conectar. De ser honesto consigo mesmo e com o outro. A Gigi me ensinou isso. Ela me mostrou que vale a pena arriscar, que vale a pena se entregar ao amor. E eu finalmente entendi. Eu entendi que o amor não é complicado, que não precisa de regras ou joguinhos. O amor é simples. É sobre duas pessoas que se conectam, que se entendem, que se amam. E eu amo a Gigi. Eu a amo do jeito que ela é, com todas as suas manias e inseguranças. E eu sei que ela me ama também. E isso é tudo o que importa."


Monólogo 


Sabe o que eu gosto em você? Você olha para mim e não vê um problema para ser resolvido. Não vê um garoto quebrado ou um risco ambulante. Você só me vê. E isso… isso é raro.

Eu queria te mostrar todos os lugares incríveis do mundo. Não aqueles que aparecem nos cartões-postais, mas os que ninguém repara. Aquela árvore que cresce torta porque decidiu que podia ser diferente. Tipo alguns lugares que você para e pensa, quando foi a primeira vez que alguém pisou aqui. Eu gosto de coisa rara. Porque o mundo tem dessas coisas. Pequenos milagres escondidos.Mas tem uma coisa que eu nunca te disse… Às vezes, a gente não consegue ficar. Não porque não quer, mas porque dentro da gente tem um peso que não larga, não solta. Eu tentei. Eu juro que tentei.

Só queria que você soubesse que, se existe um lugar perfeito nesse mundo, ele sempre foi do seu lado. E que, onde quer que eu esteja, ainda estou vendo as coisas incríveis – porque eu vi você.



Monólogo 

(Depois de uma série de encontros fracassados)

— Eu fiz as contas.

Se metade dos relacionamentos acabam mal, significa que a outra metade dá certo. Nem que seja só pelo prazer de contar uma história boa depois.

E eu já vivi todas as histórias ruins possíveis. Já passei por encontros em que a pessoa falou do ex do começo ao fim. Já caí no golpe do “esqueci a carteira”. Já ouvi “não é você, sou eu” em versões tão criativas que dava até vontade de aplaudir.

Então, estatisticamente falando, eu tô na beira de um grande acerto.

E, olha, talvez seja você. Talvez não. Mas tem algo em você que me faz querer apostar.

Porque se eu aprendi alguma coisa nessa vida, é que os encontros errados são só o ensaio para o que vem depois.

E, honestamente? Eu espero que o depois comece agora.


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